• Loris Reggiani

Privacidade é o futuro?

Recentemente o DuckDuckGo (um motor de buscas) bateu o recorde de 100 milhões de buscas diárias em sua plataforma. Ainda está longe do Google com suas 5 bilhões de buscas por dia, mas é um avanço considerável.


DuckDuckGo existe há 12 anos e sua proposta é a privacidade, já que não registra as informações dos usuários.



Ele usa o crowdsourcing (contribuição colaborativa) apenas como uma forma de definir quais links são mais relevantes


O Signal e o Telegram também tiveram milhões de novos usuários com o recente anúncio de que o WhatsApp compartilhará seus dados com o Facebook.


Honestamente, eu acho pouco provável que viveremos em um futuro com nossa privacidade completamente intacta, já que dados pessoais são uma moeda de muito valor no mundo dos negócios e é difícil controlar isso.


Em se tratando de tecnologia, há mais portas abertas do que paredes.


Lembro que algum tempo atrás discutia-se a vulnerabilidade da IoT (internet das coisas) a ponto de você ter, por exemplo, um hacker invadindo a sua privacidade e controlando a sua própria geladeira.


Privacidade e proteção são importantes, para as pessoas e para as marcas.


Porém, a acessibilidade e assertividade são grandes pilares que sustentam o marketing digital e elas só são possíveis com base na colheita e análise de dados.


Por isso, a pergunta que não quer calar é...


Se nossos dados não serão mais uma importante moeda de troca... qual será?


Alguns acreditam que o futuro é sobre construir valores inegociáveis.


Mais uma vez, o farol aponta para o propósito, transparência e construção de valor a longo prazo.

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